Agora também vejo séries.
Não, não. Não tem nada a ver com essas séries que o pessoal anda sempre a ver. Uma série de episódios sobre a música portuguesa, que valem realmente a pena ver!
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Agora também vejo séries.
Não, não. Não tem nada a ver com essas séries que o pessoal anda sempre a ver. Uma série de episódios sobre a música portuguesa, que valem realmente a pena ver!
Vieram no ano passado no Rock in Rio, e pelos vistos este ano, em Julho, no Festival Marés Vivas voltam aparecer. Billy Corgan e os outros três ilustres desconhecidos que completam os reformulados Smashing Pumpkins da década de 90 voltam a Portugal, e mais uma vez espero lá estar.
Já dizia a querida avozinha que é melhor comer a sopa toda. A sopa faz bem aos olhinhos, deixa-os bonitos. É preciso é meter a sopa toda. E se não comeres ela obriga, nem que a comas pelo nariz. Vou fazer a sopa toda, porque eu sei que gosto da sopa. Depois disto é só cantar. A música do B Fachada vem mesmo a calhar, porque eu quero largar a sopa. Só que a sopa não me larga a mim. Porque é a sopa que eu quero a toda a hora. É melhor não largar isto por agora. É de aproveitar já que como tanta sopa.
José Mário Branco é um dos expoentes máximos da música de intervenção em Portugal. Não só pela qualidade do seu trabalho mas também porque iniciou a sua carreira ainda no tempo do Estado Novo. O seu trabalho mais marcante, no meu ponto de vista pessoal são sem dúvida aqueles 25 minutos a cantarolar (contra) o FMI.
Os Dalai Lume são uma banda de punk-rock daquelas à antiga. Parece-me (dentro do meu limitado raio de visão) que hoje em dia há muito poucas bandas de punk-rock com esta atitude e trabalhar neste formato, de abordagem curta e grossa. Ainda se vai ouvindo punk, mas se calhar é outro punk. Algum até com pouco sumo. Ver o Billie Joe a tocar o Blitzkrieg Bop (escrevi este nome à primeira sem olhar
) naquela velocidade dá-me vontade de gritar com ele. Mas enfim, há gostos para tudo.